Aquela cama tão nossa

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Sua boca tão minha, meu corpo tão seu e aquela cama tão nossa. Você era doce como o mel e tão enlouquecedora quanto aquele último shot de tequila, era a loucura atípica de um dia comum, mas também era a tranquilidade de um feriado na segunda.

Lembro-me daquele seu suspiro ao pé de meu ouvido, sussurrava idem a uma proposta avassaladora de uma noite interminável de sexo. O ponto máximo de nós, você, eu e aquela cama silenciosa sendo envolvida por nossos corpos ligados.

Você foi o meu carinho mais prestigiado e também a minha cena mais intensa entre quatro paredes e como testemunha apenas a cama, o criado mudo e nós. Você era boa entre tapas e beijos, carinhos e brigas. Momentos que ficarão gravados para sempre, porque como disse Saulo Fernandes – pra mim sempre é tudo que agora se faz eterno. E penso exatamente idem.

Joá Jr.

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